Brasil, um gigante em mineração, tem inúmeros depósitos de primeira linha de ouro, minério de ferro, cobre, níquel, manganês e bauxita espalhados por seus vastos e diversificados solos. Desde o início do século 18, durante o período Colonial Português, adentrando o século 19, o Brasil foi o líder mundial na produção de ouro. A segunda grande corrida do ouro ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, quando novas minas foram descobertas e a produção garimpeira (feita por mineradores informais), em aluviões e em solos regolíticos, se difundiu por todo o Brasil. Um dos legados dessa atividade colonial e garimpeira foi a localização de inúmeras áreas auríferas, muitas das quais permanecem ainda sem terem o seu potencial testado.
Em função da cultura mineradora do país, seu padrão internacional e seu código de mineração, implementado de forma transparente, além da estabilidade política e a situação fiscal, o Brasil é de longe o primeiro colocado em termos de investimento em exploração mineral capaz de desenvolver seu evidente potencial. Embora a maioria das grandes empresas multinacionais mineradoras operem no Brasil, existem relativamente poucas empresas juniores envolvidas na exploração.
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